CONTÍGUO

dezembro 23, 2010
Desembuche e não respire fundo, isso é coisa de cinema.
E com simples palavras tudo fica interessante, nada de textos enfeitados.
A mesmice é incontrolável quando não se tem assunto:
   - Será que chove?
   - Talvez. 
   - Mas tá um calor né!


Que droga de mundo louco é este; preferiria um frio e com adoçante por favor.Depende também da loucura.
A insanidade às vezes é como o prato principal, uns até a adoram.
Se inspirar em loucos pode ser bom, o indiferente surpreende, a mim e aos demais.
Devoção, suplicação, amor, confiança, verdades, a história, minha mente, é tudo loucura.
Acreditar é bem maior do que ter fé, isso é alguma tragédia em mim; não sei em que acredito, talvez seja por isso que estou (talvez) ficando  mentalmente doente por dúvidas perigosas, perguntas sem nexo, caminhos sem fim, e histórias que não tem a mínima intensidade de serem boas.
A fantasia é bem mais interessante quando se está em uma conversa, não me imagino conversando sobre política ou religião sem fazer ao menos uma piadinha, ninguém é de ferro ( apenas o Iron Man), ou tentar entrar em um assunto relativo ao universo fictício; minha vida é extremamente chata desde aos 13.
Me divirto em coisas totalmente esquisitas e não-seguras, nada de regras que impedem a lei da gravidade.E continua com a teoria de que pessoas bonitas são chatas, perfeição é só um ponto de vista, quem se julga sabe-tudo sabe nada e amigos de verdade são raros ( como diamantes azuis).
E se importe com o seu bem-estar qualquer que seja ele, esqueça que o mundo generaliza em tudo e vá pro fim do túnel onde o azul é quase branco, defina-se como uma Tardis, adore como você pode ser fantástico.
Chega de auto-adoração, afinal amar demais é lamentável .(só para pessoas)
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